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A Autoestima das crianças

  • Foto do escritor: Stela Lobato
    Stela Lobato
  • 8 de out. de 2021
  • 3 min de leitura

A autoestima é um ponto muito importante e todos os pais, professores e cuidadores em geral, se preocupam quando pensam no desenvolvimento integral das crianças.

Mas pouco sabemos o que fazer de fato para garantir que a autoestima se desenvolva de forma positiva.



Bom, pelo menos, a gente acha que sabe o que está fazendo.... Com muita boa vontade e tal...

Mas, na verdade, será que sabemos mesmo?


A maioria das mães e pais se cobram , se questionam se estão fazendo o melhor pelo desenvolvimento saudável de seus filhos. Mais ou menos... todos nos cobramos...


Aí, nos esforçamos muito para buscar sucesso nisso...

Mas essa é uma tarefa que a gente só sabe se deu certo mesmo, depois que os filhos crescem... não é mesmo?

Vc já tinha parado para pensar nisso?


Ouvi isso no filme “Perfeita é a mãe” que super recomendo... e achei ótima essa reflexão...


A gente se esforça loucamente, e só saberá se deu certo todo nosso esforço e empenho depois que os filhos crescerem. E aí, na vida adulta, haverá pouco o que fazer para continuar ajudando.


A hora é agora!! hahaha



Vamos lá então, compreender melhor como a autoestima se desenvolve, para gastarmos menos energia e preocupação. Para sentirmos que estamos nos caminho certo. E ficar com o coração tranquilo!!




A autoestima se desenvolve ao longo de toda a vida. Mas é na infância que percebemos o impacto maior das nossas ações para contribuir (ou atrapalhar....) nesse desenvolvimento.

Acontece assim: a criança olha pro adulto significativo, ou seja, aquele por quem ela tem bastante apreço e considera como importante (então, aqui incluímos os pais, avós, tios, irmãos e primos mais velhos, professores, babás, etc....) e vê refletido nesse adulto, como se fosse um espelho, a sua imagem. A imagem de quem “eu sou”.


Como isso acontece?


Com a forma que os tratamos:

  • Se é tratada com desprezo, a criança entende que é uma pessoa que merece ser desprezada.

  • Se é tratada com exagerado cuidado, a criança entende que ela não deve ser capaz de realizar algumas tarefas simples.

  • Se é tratada com agressividade, a criança entende que ela é alguém que não merece ser respeitada.


No final das contas, a criança não tem condições de questionar a forma como ela é tratada. Ela simplesmente aceita tudo aquilo como verdade. E então, passa a se adequar se comportando de acordo com essa forma.


Se a criança recebe rótulos sistematicamente: “Ela é tímida.” “Ele é terrível.” Ela passa a se comportar assim para “validar” o que esses adultos falam.


São várias as formas para contribuir para isso de forma a contribuir uma imagem positiva sobre si mesmo/a.


Para isso, comece por evitar rótulos.

Quando estiver conversando com a criança, evite determinar como é ela. E fale sobre seus potenciais. Por exemplo: Vc fez essa tarefa de forma muito simplificada. Eu acredito que você seja capaz de fazer com mais capricho. (Ao invés de dizer: você é desleixado! Porque ser desleixado não tem outra opção. A pessoa já é desleixada...)


Ao passo que, falando dos potenciais, a criança percebe que pode mudar, transformar, evoluir. “Eu posso caprichar mais! Eu sou esforçado!”


Isso feito na infância tem uma grande influência sobre como será esse adulto futuramente.


Você pode fazer isso agora e aproveitar esse momento ótimo para contribuir para com o desenvolvimento do seu filho.


Ou, se não se sente confortável para realizar isso agora, tá tudo bem também!


Se quiser aproveitar esse momento e impactar profundamente seu filho, você pode querer saber mais sobre os efeitos da autoestima na vida adulta e como preveni-lo, acessando essa vídeo aula gratuita.


Depois volta aqui e me conta o que achou?

Te encontro lá!





 
 
 

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